19/01/2020 21:33 por Lula do Bem

AAAAIIII, QUEBREI O PÉ!

Foto: casamentos.com.br

Já são 14 semanas que às 2as. feiras eu publico neste blog www.luladobem.com.br histórias e estórias da vida do autor. Já publicamos “Olhos Verdes”, “Calcinha Furada”, “Balanço do Suplicio”, e muitos outros. Esta semana é “AAAAAIII QUEBREI O PÉ”. E na próxima semana, MOÇA EDUCADA SÓ OUVE O QUE QUER. Acompanhem.

 O bom relacionamento é um forte diferencial competitivo. As pessoas que se relacionam bem, criam bons núcleos de amigos e conquistam vitórias pessoais e profissionais. Mas quem o pratica tem que conviver, também, com situações inusitadas, e, às vezes, embaraçosas. Uma vez, quando Luiz trabalhava no 5º andar do prédio do Banorte, no Rio de Janeiro, uma funcionária, Iara, torceu o pé na entrada do prédio e foi saltando, com dor, até o elevador, chegou com a maior dificuldade à sala de Luiz e disse chorando

 Quebrei o pé!

Antes dele, Iara teria quatro chefias intermediárias muito mais perto fisicamente de sua mesa de trabalho, mas ele foi o escolhido para resolver o problema, naturalmente pelo tipo de relacionamento que mantinha com os funcionários. Luiz participou da solução do problema, continuou ganhando a simpatia de Iara e comprovou, uma vez mais, a importância do relacionamento.



 


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18/01/2020 13:07 por Lula do Bem

O ATACADO E O VAREJO

Foto: opensadorselvagem.org

No meu modesto raciocínio de marketing, o governo Bolsonaro é composto de um grupo de grande poder intelectual, que atua como se estivesse no ATACADO e outro, acometido de miopia política e outras mais, que atua como se estivesse no burburinho do VAREJO.

A turma do ATACADO olha o país de cima, olhos arregalados para o sucesso do governo com grandes medidas estruturantes. E apesar de um Congresso e um STF controvertidos, o governo dá uma GOLEADA com os Ministros da Economia, Justiça e Segurança Pública, Desenvolvimento Regional, Gabinete de Segurança Institucional, Defesa, Agricultura, e o Secretário de Comunicação.  

A turma do VAREJO, de ministros e secretários com miopia política aguda e “descuidos temporais”, não consegue acompanhar o ritmo e a qualidade da turma do ATACADO e vira nota dissonante no governo produzindo bobagens administrativas e o pior, depoimentos absurdos como o ex-Secretário da Cultura, demitido ontem pelo Presidente.

E tem ainda os Ministros que mesmo estando no ATACADO, vez por outra se descuidam e caem no VAREJO, como os da Educação (vide as falhas no gabarito das provas do ENEM publicadas ontem) e a do Ministério da Mulher, com seus depoimentos controvertidos.

E o Presidente, coitado, convivendo com essa dicotomia tem por vezes que sair do ATACADO e lidar com o VAREJO seja para acudir, para explicar ou para demitir.

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17/01/2020 09:45 por Lula do Bem

A FEBRE NA MEDICINA E NA POLÍTICA.

Foto: revistacrescer.globo.com

Em medicina, a febre é o aumento da temperatura do corpo acima do limite normal que registra uma doença ou perturbação orgânica. Quando o termômetro diz que existe febre, é porque existe doença e precisa ser debelada. Ela faz com que o corpo produza mais calor e se esforce por conservá-lo  provocando contrações musculares. Na política, também. A pesquisa, que é o termômetro do marketing, retrata fatos de mercado que são sinais de febre, provocando também mal-estar e contrações musculares, alertando para a necessidade urgente de mudanças.

A pesquisa da XP / IPESP de janeiro, que me foi enviada ontem, aponta sinal de febre na popularidade do presidente Bolsonaro que baixou 3 pontos percentuais dentro do limite da margem de erro. Parece pouco, mas não é. Entre as mil entrevistas realizadas nos dias 13, 14 e 15 de janeiro, 32% avaliaram o Governo Federal como ótimo ou bom, mas eram 35% em dezembro. O mesmo cenário aparece quando se avalia o restante do mandato, onde 40% declararam ter uma expectativa otimista, só que eram 43% em dezembro.

Outro registro importante da pesquisa é que os partidos políticos são a instituição que menos desperta confiança da população. Não é uma novidade. Eles estão com febre alta desde muito tempo. Apenas 6% dos pesquisados dizem confiar nas legendas e isso, em ano de eleição municipal é muito ruim para os candidatos que tentam, inclusive, esconder a que partido pertencem.  

Na medicina, geralmente, não é necessário tratamento para baixar a febre, mas se houver dor ou inflamação, um repouso pode ser recomendado. Na política, é diferente. Ao menor sinal de febre, ela deve ser imediatamente debelada. Ao invés de repouso, velocidade, para não aumentar o risco de infecção.

O Governo Federal precisa estar atento aos números, acreditar nas pesquisas e agir para reverter a febre no seu início. Os partidos políticos também. Só que ali a febre está altíssima e as dificuldades vão de pior a pior

Para conhecer todos  os dados da pesquisa, acesse o site da XP investimentos


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16/01/2020 09:22 por Lula do Bem

A EMPADINHA

Foto: anamariabrogui.com.br

O texto me foi enviado pelo amigo Dimas Rohn, embora ele me tenha alertado não ser o autor.

Quando eu era criança no colégio, diz o autor, foi um Padre de uma causa social dar uma palestra. Eu tinha, sei lá, 8,9 anos. E o assunto era "empadinha". Como a empadinha nos ajudava a entender os necessitados e querer participar das ações que a CNBB estava motivando (o tema era, e tb lembro disso, "Pão pra quem tem fome"). Eu não entendia NADA da história.

Mas ficava tentando conjecturar: talvez a empadinha ajude a matar a fome das pessoas né? Será que é mais fácil fazer empadinha... e é mais barato?

Sabe que HOJE... HO-JE com 40 anos... Eu percebi retroativamente que ele estava falando sobre EMPATIA?

Foi a ficha mais longa que já caiu na minha vida!

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